O Sacro Reino de Pathros, pode finalmente dizer: temos uma economia! Sim, o Reino já tem uma economia, mesmo que em estágio inicial. Nunca se ambicionou tanto, criar uma economia, para que fosse parte da “mola motriz” da atividade. O Parlamento Pathrano, tem conseguido trabalhar em um bom ritmo para garantir a aprovação das leis que regem a economia do Reino. A última foi a Lei de Orientações Fiscais que está para ser encaminhada ao Palácio das Pérolas, onde deverá ser sancionada pelo Rei Ninus III.
Mas antes dessa, muitas outras já foram sancionadas: o Código Tributário Pathrano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias, a Lei Orçamentária 2010.2, a Lei de Provimentos Gerais. Mas o ministro de Estado de Finanças, S.G. Ferdinand Friedenburg, é categórico ao expor que o objetivo do Governo é “incentivamos a atividade empresarial no país.” No mesmo passo, o próprio ministro, junto com o Arquiduque de Colossos, fundaram a Federação dos Empreededores de Pathros (FEMPATH), para auxiliar e viabilizar a atividade econômica privada no Reino, sendo que esta última realizou no início de Novembro, a primeira eleição de sua diretoria.
E o Presidente do Parlamento Pathrano, convidou a FEMPATH, em ofício dirigido ao seu presidente, o Sr. Gustav Otto, a trabalhar conjuntamente, na elaboração de uma lei de empresas/sociedades para o Reino, que atenda aos anseios do empresariado de Pathros. Da mesma forma, espera-se que a Câmara de Relações Exteriores da Chancelaria Real, também seja acionada pela FEMPATH, para ampliar as negociações da atuação da diplomacia do Reino, no âmbito econômico e empresarial, possibilitando a abertura de novos negócios em solos estrangeiros.
No conjunto em geral, a Economia de Pathros, vai dando seus primeiros passos, e tão logo com a circulação dos kréditus (moeda pathrana), e assim, novas discussões surgirão, e entre estas algumas são inevitáveis: haverá inflação? Haverá câmbio com as micronações que também usam o Banco das Nações? Como definir as taxas de câmbio? Enfim, muitas discussões, e muito trabalho para as autoridades econômicas e monetárias do Reino, e das demais micronações, diversificando assim, a pauta diplomática e trazendo novos impulsos e debates para a lusofonia.

